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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Relatos de uma sertaneja – vitórias?

                                                             CAPITULO VI
Agosto (2014) me proporcionou alegrias incomparáveis. A primeira foi meu aniversário, no dia 15 de agosto, onde completei 52 anos. Minhas noras Juli, Lary e Carla, juntamente à meus filhos e meu esposo, organizaram uma pequena e alegre comemoração familiar, foi emocionante demais da conta! 

Com meus filhos e esposo
Nunca fui muito ligada aos meus aniversários, mas esse foi diferente, foi profundamente importante, eu parecia criança de tão feliz. Ri o tempo todo, cantei meus parabéns, parti o delicioso bolo... 

Eu e as gostosuras
Foi emoção boa e compartilhada. Também recebi inúmeras mensagens dos meus amigos através do facebook.

Minha amiga Tânia estava presente me prestigiando com sua carismática presença. Ela é uma enviada de Deus, chegou a mim quando minhas esperanças agonizavam em  minha fraqueza humana.
Deus ama e protege seus filhos mais que uma mãe e um pai poderiam amar os seus e o amor que vem do céu também se manifesta através das pessoas, como vem acontecendo ao meu redor. Além da minha família, são inúmeras as pessoas que oram e pedem a Deus minha cura total.

Com minhas noras e com Tânia

Minhas outras alegrias de agosto narrarei a seguir:
No dia 25 de agosto (2014), às 11:40, meu filhos Carlos Eduardo levou-me ao Hospital Aristides Maltez para que eu pudesse tomar minha medicação, a oitava aplicação de quimioterapia em minhas veias.

Meu tratamento segue em ritmo satisfatório, minha fé e determinação me proporcionam uma fortaleza imensurável. Por vezes tenho medo, por vezes tenho coragem... Sou humana! Retiro força na fraqueza, eu sou a dor que sabe esperar e essa espera está ficando cada vez mais curta, estou, a cada dia, linda e revigorada, a vitória está se manifestando a cada resultado de exames.

Voltando para o oitavo ciclo de quimioterapia... Meu filho Carlos Eduardo ficou comigo durante toda aplicação da medicação que dura em torno de quatro a horas, quando termina já é noite.

Ressalto que, todos os meus filhos (Carlos Eduardo, Jonatan e Adson Alan) acompanharam-me em datas alternadas, me dando força e carinho, são guerreiros de Deus. Juliana e Carla também fizeram parte desse revezamento, Larissa não pôde por conta de suas obrigações em seu salão de beleza, o “Lari Studio de Beleza”, do qual não podia se ausentar, mas ela está presente em minha casa todas as noites de terça-feira para orarmos o Terço da Libertação pela minha cura. Essas noites de terça orante foi ideia da própria Larissa e todos nós acatamos com alegria.

Percebem? Só tenho motivos e razões boas para me determinar e nunca desanimar, não importa a dimensão da minha batalha, importante mesmo é o amor da família, é a certeza da vitória permitida por Deus.

Já comecei a tomar posse da vitória! No dia 28 de agosto, três dias após a medicação quimioterápica, meu filho Adson Alan levou-me ao hospital para uma consulta com os médicos oncologistas que me acompanham. Eu estava um tanto quanto fragilizada, fico assim na primeira semana de aplicação da quimioterapia, depois melhoro gradativamente.

O oncologista recebeu-me com afetividade, falei pra ele que eu estava um pouco “lelé” por conta da medicação, então ouvi: “Que nada, você está ótima!” Que alegria ouvir esse comentário dos especialistas que cuidam da minha saúde! E para transbordar minha felicidade eles me deram uma notícia maravilhosa: Falaram que estão satisfeitos com meu progresso, que estou me recuperando magnificamente e que o câncer está diminuindo milagrosamente.

Em consequência dessa resposta positiva, eles suspenderam a quimioterapia venosa, continuarei tomando a “manutenção”, que é uma quimio em comprimidos, tomo em minha própria casa. São oitenta e quatro comprimidos que tomo duas vezes ao dia (três pela manhã e três pela noite) durante quatorze dias. Descanso sete dias e volto a tomar novamente. Já tomei 672 comprimidos, mas não importa, tomarei quantos forem necessários para o meu melhor.

Sabe... Quando os médicos falaram que eu não tomaria mais a medicação que era tão fortemente agressiva, vi a felicidade estampada no semblante do meu filho Alan, e minha emoção foi tão intensa que silenciei, não encontrei palavras para expressar minha alegria e gratidão a Deus.
Todas as aplicações que recebi em minhas veias foram para o meu melhor, mas é dolorosamente forte, é necessário confiar plenamente na intervenção Divina e manter-se forte para sentir a medicação se misturando ao sangue, é acreditar que ela proporcionará a cura.

Voltamos felizes para casa, contei a boa nova para a família e para os amigos. Tenho certeza que Deus está me oferecendo um corpo, um coração, um espírito novos, renovados na sua misericórdia, Ele não desistiu de mim.

No dia 18 de setembro (2014) irei para uma consulta com o proctologista que me acompanha, vou saber o que ele determinará sobre a cirurgia e a remoção da bolsa de colostomia que continuo usando.
Estou ótima, mas ainda não posso retornar à minha função de professora porque, como explique em meu último relato (O agora), o uso da bolsa de colostomia carece de uma higiene meticulosa, sem falar no incômodo e desconforto enormes que sinto se me movimentando muito, pois meu intestino grosso desloca-se quase completamente pra fora do meu abdome. O médico explicou que não tem porque fazer uma cirurgia de reparo, pois a bolsa será removida. Sei esperar.

Voltei para minha graduação em Pedagogia Social, estou estudando em casa, os professores mandam todo material para meu e-mail, irei à faculdade somente para apresentações de seminários e para fazer as avaliações. Está sendo ótimo!

Tenho certeza que, em breve, estarei participando das aulas em presença e cumprindo toda a rotina acadêmica.

Concluirei este semestre com méritos, porque a pedagogia está em meu ser, não é simplesmente uma formação acadêmica, é amor pela educação de qualidade, é um querer, é um gostar.

 Sou falha, mesmo assim Deus me ama e me permite perspectivas e possibilidades, esse é o lucro da fé.

“Há em mim uma necessidade superior, sou terra sofrida e milagrosamente adubada. Debaixo do céu há um tempo para cada coisa, um tempo para todos nós. Confio em Ti, meu Jesus.”
Em breve relatarei a totalidade da minha, da nossa vitória, aguardem.



Continua...
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sábado, 13 de setembro de 2014

Substantivos

Plano de aula 2014

Ensino fundamental 1

Mês: Setembro

Período/Data: 15/16/17/18/19

Serie: 3º ao 4º ano

Unidade: III

Tema: Substantivos: gênero, número e grau

Objetivo: conhecer os mecanismos linguísticos para formação dos substantivos nas diferentes situações de uso da língua.

Justificativa: Substantivo é um tópico clássico do ensino fundamental, de modo geral é um assunto bem recebido pelos alunos.

CONTEÚDOS
Os textos: Substantivos: masculinos, feminino, aumentativo, diminutivo, singular e plural, quando explica conceito e traz exemplos comuns e incomuns, servem de introdução ao tema
.
ESTRATÉGIAS
1- A professora explica para os alunos o conteúdo programático da semana e em seguida fará a leitura do primeiro texto: Gênero do substantivo apresenta exemplos na louça.
2- Propor aos alunos a leitura dos textos indicado, por etapa, à cada aula, além de propor que eles citem exemplos.
3- Fazer uma gincana pontuada de aumentativo, diminutivo entre os alunos, cada resposta valerá meio ponto.

RECURSOS:
Livros de gramática da língua portuguesa, revistas, jornais e internet.

ATIVIDADE:
Uma vez explicado os conteúdos, o professor pode desenvolver diversas atividades para a fixação do conteúdo.
O professor pode sugerir pesquisas em livros ou internet sobre o uso, contexto e o valor expressivo desses vocábulos, podem ser apresentados em cartazes ou em papel pautado ( em dupla).

OBSERVAÇÃO:
Observar se houve interesses, participação e coletividade entre os alunos na elaboração de trabalhos em dupla.

AVALIAÇÃO:

Será realizada após observar a coerência entre as respostas dadas nos exercícios de todos os assuntos que foram discutidos em sala de aula, e a participação nas atividades propostas.

Josefa Zuleide Reis de Freitas, pedagoga. Salvador, 2014

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Concordância Verbal-Nominal

PLANO DE AULA 2014

Ensino fundamental 2

MÊS: Setembro

PERÍODO/DATA: 08/09/10/11/12

SERIE: 7º e 8º ano

UNIDADE III

TEMA: Concordância verbal e nominal

OBJETIVO: Analisar textos considerando o uso da norma padrão da concordância verbal nominal.

JUSTIFICATIVA:
Entre a concordância verbal, nominal existem regas gerais e alguns casos especiais que devem ser explicado aos alunos, pois geram dúvidas quanto ao uso.

CONTEÚDO:
Os textos: concordância verbal e concordância nominal quando explica conceito e trazem exemplos comuns e incomuns, servem de introdução ao tema
.
ESTRATÉGIAS:
1-Apresentar algumas situações para os alunos observar o uso da concordância verbal. Por exemplo, “Os médicos foi embora sem atender os pacientes”.
Discuta com os alunos os usos dessa concordância explicando que há variação linguística, esclareça que o verbo deve concordar com o sujeito em pessoa, e número, ou seja, chamamos de concordância verbal quando se trata da comunicação entre verbo e sujeito.
2-Explicar  o uso da concordância nominal utilizando o mesmo procedimento, apresentando algumas situações do uso. Por exemplo:
“Os homem estavam muito cansados”
“Os homens estavam muito cansados”
Comente que o primeiro exemplo é como geralmente falamos e não prestamos atenção e o segundo exemplo é a forma correta definida pela gramática normativa.

RECURSOS:
Livros de gramática da língua portuguesa jornais, pesquisas na internet.

ATIVIDADES:
Uma vez explicado os conteúdos o professor pode desenvolver diversas atividades para fixação do conteúdo. O professor pode sugerir a elaboração individual de um texto, que será revisado coletivamente, forme duplas para que leiam os textos um do outro e identifiquem os aspectos que precisam ser revistos, após revisão solicite a reescrita dos textos, para avaliação, valor, um ponto.

OBSERVAÇÃO:
Observar a atenção e participação na construção em sala de aula, e a coletividade na leitura e revisão dos textos pontuados.

AVALIAÇÃO:
Observar o que aprenderam e o que ainda precisa ser trabalhado.

Josefa Zuleide Reis de Freitas, pedagoga. Salvador, 2014





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sábado, 6 de setembro de 2014

SISTEMA DE ENSINO

ENSINO AFETIVO/AVERSIVO

A escola é uma instituição em que o ensino-aprendizagem deve ocorrer de forma afetiva e prazerosa, mas, tem por natureza que trabalhe-se com condições e consequências arbitrárias, não é opção, é um problema que está na natureza das condições utilizadas inadvertidamente.
É comum observar no interior da escola na situação de ensino ocorrência de interação pessoais de caráter aversivo, tais como; críticas, pequenos castigos e cobranças.
uma professora irritada com a conversa interrupta dos alunos (alguns alunos) e que para puni-los encaminha-os a diretoria onde receberão advertências sérias.
Os alunos entendem isso como uma ação punitiva, eles concluem que conversar na sala é motivo de castigo e não conversar é o comportamento esperado pela professora, lógico, esse é o comportamento adequado, porém é necessário a compreensão dos alunos.
A professora pode ter outra postura antes de manda-los a diretoria,  conversar com os alunos e pedir que mudem o comportamento, caso contrário ela tomara atitude séria.
Um professor que desconhece os efeitos da correção faz uso generalizado de eventualidades aversivas torna sua sala de aula e sua interação com seus alunos uma condição pouco propicia à aprendizagem, e torna-se ele próprio um estimulo aversivo e acaba empurrando o aluno para fora da escola.
Um professor preocupado com a educação e a aprendizagem dos alunos, nem sempre compreende porque alguns alunos são to desinteressados e só produzem quando há algum tipo de pressão.
Talvez "sejamos" iguais aos alunos, porque fomos formados e formamos "nossos" alunos de forma inadvertida em um mundo repleto de controle aversivo.
Portanto, o professor deve usar seus conhecimentos e vivência para tornar o ensino-aprendizagem uma ação prazerosa para conseguir fazer da escola uma verdadeira instituição educativa e agradável e sua sala de aula um ambiente afetivo onde o aluno queira estar e seja "ele" tão importante quanto o professor.


"Os educandos do presente serão os educadores do futuro"





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ARCO ÍRIS

PROJETO
Arco íris

TEMA
 Fenômeno da natureza

OBJETIVO
Explorar o fenômeno natural associando o arco íris com as cores primárias e secundárias.

JUSTIFICATIVA
É importante proporcionar aos alunos a visualização e exploração do universo das cores, ajudando assim a identifica-las e trabalhar o reconhecimento das formas geométricas.

PROCEDIMENTAIS
Reconhecer as cores e formas utilizadas no mundo
Aprender a usar as cores.

ATITUDINAIS
Apreciar as artes visuais
Demonstrar interesse pelo mundo natural.

JANELAS
Experimentos
Curiosidades
Música
Mistura das cores primárias e secundárias.

ROTEIRO DE ATIVIDADES

TÉCNICA DE DESENHO
Hidrocor no papel ondulado

MATEMÁTICA
Jogo de argola

OFICINA DE ARTE
Experimentação arco íris
Um copo de vidro cheio de água, uma lanterna, papel metro branco.
- Coloca o copo cheio de água sobre a mesa e o papel no chão a frente da mesa direciona o jato da luz da lanterna atrás do copo, o jato da luz na água reflete no papel um arco íris.

RECREAÇÃO DIRIGIDA
Pular corda

ATIVIDADE EXTRA
No pátio ou na sala, em dupla os alunos desenham formas geométricas ou o arco íris, a escolha será deles, após desenhar, eles misturam as cores primárias e secundárias em pequenos recipientes e com o resultado das misturas eles pintam os desenhos.

MATERIAIS
Papel metro, papel ondulado, pincel, Hidrocor, revistas, cola, guache, pequenos recipientes.

ATIVIDADES DIVERSIFICADAS
Roda de conversa sobre o arco íris se sabem o que é se já viram algum, onde estavam quando viram e como estava o tempo.

VÍDEOS
"A lenda do arco íris"
"Imagens de arco íris"
"KIKA; De onde vem o arco íris"?
"O macaco e o rabo"
Recorte e colagem
Histórias
Jogo da memória

ATIVIDADES MOVIMENTADAS
Escravo de Jó
Tá com quem?
Ouvir e cantar a música "Arco íris" da Xuxa
Bastão e bola
Coelho fora da toca.

AVALIAÇÃO
Observar a imaginação o interesse a participação dos alunos e a interação uns com os outros.

Josefa Zuleide Reis de Freitas, pedagoga. Salvador, 2014.



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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Trabalho em Equipe

O TRABALHO EM EQUIPE

O Trabalho em equipe constitui um dos pilares essenciais para se alcançar qualidade total, caracterizado pela reunião de pessoas com pensar diferente mas, com objetivo único.
O trabalho em equipe pressupõe métodos, objetividade e compromisso.


ELENCO
1º -  Objetivo
2º - Organização
3º - planejamento
4º - Motivação
5º - Participação
6º - Responsabilidade
7º - Interação
8º - Respeito

CONCEITO

OBJETIVO: Fazer uma correta identificação do problema a ser resolvido, da ação a ser construída e fazer resultados positivos.

ORGANIZAÇÃO: O trabalho em equipe deve ser extremamente organizado, senão vira um amontoado de gente trabalhando sem rumo, sem nada produzir.

PLANEJAMENTO: Planejar o que fazer e como fazer, definir quem faz o que, estabelecer prazos para realização e entrega de cada tarefa essas etapas quando bem elaboradas evita aborrecimentos e desperdício de tempo e esforço.

MOTIVAÇÃO: A motivação nasce dentro de cada um. A vontade de fazer bem feito, a chance do reconhecimento, o prazer do desafio, tudo isso pode ser fator de motivação.

PARTICIPAÇÃO: Compartilhar opiniões de acordo com o talento pessoal que cada um possui, todos devem ter vontade e união, porque somente com comprometimento a vitória é possível.

RESPONSABILIDADE: Cada membro deve se comprometer com a responsabilidade individual, devemos também ter a responsabilidade geral, porque os membros da equipe respondem tanto pelo sucesso como pelo fracasso alcançado, por isso, deve haver o comprometimento de todos.

INTERAÇÃO: Para que a equipe tenha um bom funcionamento carece que todas as informações circulem entre os integrantes da equipe, depois a resolução de problemas mútuos e ajudar o colega se assim ele necessitar.


RESPEITO: Um detalhe fundamental, precisamos ter respeito e confiança um pelos outros, caso contrário o trabalho em equipe fracassará, porque a base de tudo está no relacionamento entre as pessoas.



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