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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

QUANTAS VEZES...



Quantas vezes no desenho da nossa vida não nos defrontamos com situações que julgamos sem solução? Porém, a sabedoria e a fé sempre nos mostra que, mais tempo, menos tempo tudo há de se resolver e o melhor acontecerá.
É claro que a solução para as adversidades tidas como "impossíveis" não é ficar somente esperando, é se determinar e lutar. Pode ser que o seu coração assim como o meu esteja angustiado com uma situação aparentemente impossível: a cura de um câncer persistente.
Assim sendo, se olharmos para os nossos problemas e os considerarmos impossíveis, na verdade só estamos dificultando ainda mais as coisas para nós mesmo, porque a intranquilidade bloqueia a nossa capacidade de acreditar e esperar.
Entretanto, todos nós fazemos parte de um plano maior, do plano de Deus. Devemos crer verdadeiramente que o enfoque principal deste plano é o nosso bem-estar a nossa felicidade. Então, busquemos esta conexão com Deus, solicitando dele apoio, ajuda e sabedoria para lidar com a atual adversidade.
 Ao entendermos que não estamos sozinhos sentiremos-nos muito mais motivados, confiantes, e até mesmo sentiremos paz no meio da adversidade.
Desse modo, não devemos desanimar com a longa caminhada, com os diversos braços que desenham a nossa vida. Devemos em verdade buscar fé para o crescimento espiritual. A fé é fundamental e reconhecer que precisamos de Deus possibilita que ele ponha os nossos problemas embaixo dos seus pés, ai é somente lucro, tiraremos um a um de letra, é somente confiar.

"Dois anos em tratamento quimioterápico (início, 12/02/2014), três cirurgias, e o CÂNCER continua persistindo querendo me vencer. Continuo lutando, continuo resistindo".

"A vitória é uma realização que pertence àqueles que esperam e não desistem".

"O impossível? Deus está aqui para dizer que é possível".




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UM TEMPO PARA O TEMPO



Tudo na vida tem um tempo,
É só saber esperar,
A espera nunca falha,
Apenas as nossas opiniões falham.

Quando vivenciamos sacrifícios,
 Queremos compensações rápidas,
Não levamos em conta,
 Que o alcançar é lento, mas certeiro,
E o melhor geralmente acontece.

Equilibro-me entre dias e noites,
Meu viver espera algo de mim,
Se ao final do dia não tenho um sorriso,
Então quem sou eu?!
Uma sombra de mim.

Sou tola quando quero que tudo aconteça no meu tempo
Que tudo aconteça do meu jeito,
Sou sábia quando espero e confio no tempo de Deus.

Amo a vida
 Da vida sou aprendiz
Tenho sonhos e objetivos,
Também tenho imperfeições
Não tenho caminho novo,
Tenho um jeito novo de caminhar.

A adversidade que te incube é pesada?
Mas tens de dar conta dela,
Mantenha o equilíbrio, não desanime,
O tempo é longo? Há quem te sustente,
Caminhe, a estrada espera teus passos,
Não tema Deus está contigo.

"A FÉ PLANTA JARDIM E DECORA A ALMA".


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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

ÁLBUM



Desde os primórdios o ser humano sentiu a necessidade de registrar fatos e acontecimento do seu cotidiano. O principal veículo eram as paredes das cavernas. A evolução nos levou a modernização. Temos "O ÁLBUM" um velho/novo querido "guardador" das nossas belas recordações, nascimentos, batizados, aniversários, casamentos, etc, etc.
Março, 2012, antes do câncer
MEU ÁLBUM DO CÂNCER
Por que um ÁLBUM, se não há no câncer boas recordações, alegrias, belezuras?!?!
Há algo incomensurável, um caminhar em fé, coragem, determinação e espera.
A coragem de viver um dia a cada dia cheia de vida e para cada dor um crescimento espiritual, a cada cirurgia, uma resistência, a cada ciclo quimioterápico, um renascer.
Portanto, é fundamental um registro, um álbum. Afinal de contas sou mulher!
Acredito e brilho! Sou bela na dor! Sou forte onde não há forças!
Sou vida exuberante! Geradora de rebentos!
Sou a menina dos olhos de Deus!

2013, inicio da doença. porém ainda não sabia que era câncer. 
















2014, câncer, cirurgia, bolsa de colostomia.























2015,  a caminhada continua...























2016,a determinação e a espera.









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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

MATEMÁTICA NO ENSINO INFANTIL

PLANO DE AULA ANUAL, 2016

EDUCAÇÃO INFANTIL

TEMA: Matemática no ensino infantil

ANO DE ENSINO: Grupos 04, 05, 06

OBJETIVOS
- Conhecer diferentes aspectos referentes aos números e sua representação.
- Desenvolver raciocínio lógico-matemático através dos jogos com regras.

JUSTIFICATIVA
É sabido que, a criança ao ingressar na escola, traz consigo uma bagagem de saberes adquiridos no convívio familiar e também social. Esses conhecimentos devem ser aproveitados, pois o seu descarte acarretará na quebra de esquemas que com muito esforço foram construídos nas mentes as crianças a fim de dar-lhes sustentabilidade e possibilidade de compreensão do mundo ao qual estão inseridos.

CONTEÚDOS CONCEITUAIS
- Despertar o interesse sobre o tema trabalhado
- Estimular a criatividade das crianças.
- Despertar a curiosidade para aprender e se apropriar das regras que envolvem os jogos.

CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS
 - Pesquisar com a ajuda dos pais onde encontramos os números em nosso cotidiano.
- Valorizar a fala das crianças.
- Levar as crianças a criar hipóteses para a solução de problemas lançados.

CONTEÚDOS ATITUDINAIS
- Reconhecer os números.
- Desenvolver a autonomia nas atividades que envolvem a fala espontânea das crianças para a resolução de situação problemas.
- Reconhecer a importância da utilização dos números/quantidade.
- Incentivar o respeito e a cooperação nas atividades individuais e coletivas.

AVALIAÇÃO

Realizar o processo avaliativo através da observação do comportamento dos alunos, hábitos, atitudes, interesse e participação durante a execução das atividades propostas.
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A PROCURA


Era sexta-feira, mais um pré-final de semana solitário como todos os outros, ultimamente. Eu continuo sem inspiração alguma. Os dias vêm e vão, mas o desânimo permanece em mim. Por onde será que ela anda?!?! Por que não me pertence mais?!
Hoje tomei uma decisão, vou atrás dela, só não sei por onde começar. Mesmo assim, eu vou.
Caminho incansavelmente pelas ruas de Paris, a sua procura, ao seu encontro. Sou uma eterna romântica, daquelas que não existe mais. Preciso dela, estimulo do meu pulsar!
Já que estou no centro da cidade, começarei a procura-la “naquela” majestosa edificação. Ao distante avisto-a, será um anjo?! Maria, a mãe de Jesus cristo?! Ela se destaca com tamanha grandiosidade das demais com sua fisionomia estonteante. Quando me dei conta, a ansiedade tornou-se calmaria, uma serenidade maravilhosa inundou todo o meu ser semelhante às doces manhãs de primavera que aquece e colore o mais triste e escuro dos dias.
Sinto meu coração bater acelerado, aproximo-me corajosamente para conhecê-la melhor.
Depois de ficar perto dela, duas ou mais horas, deliciando-me com sua expressão angelical, misteriosa, de sorriso enigmático, aguçou em mim a inspiração que eu tanto procurava.
Sei que já a tinha visto, mas nunca dessa forma tão evidente! O animo voltou, enxergo vida em tudo ao meu redor, o dia é radiante, a lua mais apaixonante, as flores exalam perfumes que embriagam de prazer. Tudo isso, graças a ela a deusa do sorriso e olhar misterioso, a dona da minha inspiração. Já dizia Chaplin “existe um lugar onde ninguém pode tirar você de mim e este lugar chama-se pensamento e nele você me pertence".
Tamanha perfeição vem dessa misteriosa mulher, cada curva, cada traço foi detalhadamente criado com amor, e que amor! Chegou o momento de deixa-la, o segurança já avisou do encerramento, encerrou por hoje o horário da visitação. Verdadeiramente uma obra-prima, uma pintura de tirar o fôlego. “Mona Lisa” minha atual fonte inspiradora, antes vista somente em ilustrações de livros ou na internet, nunca pessoalmente no Museu do Louvre.

Mona Lisa também conhecida como Gioconda é uma das mais populares pinturas do artista renascentista LEONARDO DA VINCI. Ela foi retratada entre os anos de 1503 a 1506.
É uma pintura sobre madeira do álamo e está exposta no Museu de Louvre em Paris.



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LIBRAS



Resenha do livro “LIBRAS Conhecimento Além dos Sinais”

PEREIRA, Maria Cristina da Cunha, et al. LIBRAS Conhecimento Além dos Sinais. 1 ed.- Pearson Prentice Hall. São Paulo, 2011.

Maria Cristina é graduada em Letras (português/inglês) pela Universidade de Mackenzie, tem mestrado em Linguística Aplicada ao Ensino Língua pela Pontífice Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), é doutorada em Linguística pela Universidade estadual de Campinas. Atualmente é professora titular da PUC-SP. É professora da parte teórica da disciplina Libras e pesquisadora na área da surdez.
O Livro LIBRAS Conhecimento Além dos Sinais, publicado pela editora PEARSON é constituído de 125 páginas, dividido em 4 capítulos. E ao final da obra é apresentada uma bibliografia de cada autor.
No prefácio, Eulália Fernandes (prefaciadora) apresenta o trabalho dinâmico que os autores traçaram durante todo o processo de construção do livro. Esclarecendo que o ensino e aprendizagem da Libras vai além de somente conhecer os sinais, é necessário uma sintonia no saber aprender, no visualizar, entender e se apropriar.(pag.08)
Na apresentação, é priorizado o valor do reconhecimento da Língua brasileira de sinais, Libras como língua oficial da comunidade surda no Brasil pela Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2004. O capítulo 1 apresenta uma perspectiva histórica sobre a surdez e a educação de surdos no mundo e no Brasil e os primeiros estudos sobre a língua de sinal. O capitulo 2 aborda a importância da língua de sinais para a constituição dos surdos e da sua cultura. O capitulo 3 apresenta uma analise dos aspectos, fonológicos, morfológicos, sintáticos e discursivos da libras, com base em estudos linguísticos. O capitulo 4 discute aspectos envolvidos na aprendizagem da libras. Com esse conteúdo os autores esperam contribuir para um melhor conhecimento e aperfeiçoamento sobre a Libras.
No capitulo 1, intitulado: “As línguas de sinais sua importância para os surdos”, os autores nos informam que até a Renascença, a ideia de educar os surdos parecia impossível, foi a partir do século XVI que começou a história da educação dos surdos. ERIKSSON (1998), pesquisador surdo sueco refere três fases na história da educação de surdo. A primeira fase até 1760, as crianças surdas das famílias abastadas eram ensinadas individualmente por tutores geralmente médicos ou religiosos. A segunda fase começou no final do século XVIII quando três homens desconhecidos entre si fundaram escolas para surdos em diferentes países da Europa. A partir de então, travou-se uma batalha de princípios e propostas no que diz respeito a linguagem de sinais. No século XIX o oralismo de Heinicke dominou as escolas para surdos e os professores surdos foram destituídos do seu papel de educador, a língua de sinal foi proibida na educação de alunos surdos. Na terceira fase com a proibição da língua de sinais na educação de surdos por mais de um século impossibilitou os surdos de prosseguirem os estudos. A primeira escola para surdos no Brasil foi fundada em 1897 no Rio de Janeiro por D. Pedro II. Segundo CICCONE (1996) surdos brasileiros de várias regiões do país, que para lá se dirigiam foram educados por meio da língua escrita, do alfabeto digital e dos sinais. Nos últimos anos observa se um movimento de mudanças na concepção de surdez.
No capítulo 2 intitulado: “Língua brasileira de sinais-Libras direito dos surdos brasileiros” os autores informa que os surdos constituem uma comunidade linguística minoritária, cujos elementos identificadores são a linguagem de sinais. A comunidade surda vem-se preocupando nos últimos anos em elaborar registros históricos de pessoas surdas nas diferentes fases da história. PIMENTA e QUADROS (2007) chamam a atenção para o fato de que pessoas surdas quando estão em grupos podem conversar entre si intercruzando as conversas sem que estas interfiram nas outras, isso é possível por causa da língua de sinais. Outro costume da cultura surda é a conversa direta, o que para a sociedade ouvinte essa abordagem é considerada rude, especialmente em situações mais formais, já para os surdos parece ser “sempre” o principio agir de forma a facilitar a comunicação. No Brasil e no mundo a linguagem de sinais permite aos surdos se identificarem como sujeitos capazes e atuantes de uma cultura própria cuja característica principal é ser visual. O objetivo desse capitulo é mostrar a importância no reconhecimento do uso da língua de sinais para a construção da identidade surda.
O capitulo 3 intitulado: “Aspectos Linguísticos da língua brasileira de sinais”, os autores apresentam as características fonológicas, morfológicos e sintáticos da Libras. No aspecto fonológico, os sinais de libras são formados a partir da combinação dos movimentos das mãos com um determinado formato em um lugar específico, podendo ser uma parte do corpo ou um espaço em frente ao corpo (FILIPE, 2001), ou seja, na formação dos sinais da Libras são considerados os seguintes parâmetros: configuração das mãos, localização, movimento, orientação das palmas das mãos e traços não manuais. No aspecto morfológico, a Libras como a língua portuguesa conta com um léxico e com recursos que permitam a criação de novos sinais (KILMA e BELLUGI, 1979). Um processo bastante comum na Libras para a criação de novos sinais é o que deriva nomes de verbos e vice-versa, por meio da mudança no movimento, exemplo: os sinais SENTAR e CADEIRA tem a mesma configuração das mãos a mesma localização e a mesma orientação, porém, o movimento é diferente, mais longo em SENTAR, mais curto e repetido em CADEIRA. Como na língua portuguesa a Libras organiza seus sinais em classes gramaticais como substantivos, verbos, pronomes, advérbios, adjetivos e numerais entre outros. Aspecto sintático, embora pesquisa sobre a ordem dos sinais na Libras refiram S-V-O com predominante(QUADROS, 1999), a ordem tópico comentário parece ser a mais utilizada principalmente pelos os surdos não oralizados. O objetivo desse capitulo é mostrar que a Libras apresenta todos os requisitos das línguas orais, com a diferença  na modalidade de transmissão: visual-espacial ao em vez de oral-auditiva.
O quarto capitulo intitulado: “Ensino da Língua brasileira de Sinais”, os autores apresentam como se deu a oficialização da Libras, bem como algumas dificuldades comuns no aprendizado dessa língua. Ao longo de anos de lutas as comunidades surdas brasileiras tem conseguido conquistas significativas em relação ao direito de uso de Libras. A Lei Federal nº 10.436 aprovada em 24 de abril de 2002 reconhece a Libras como a língua oficial da comunidade surda, esse reconhecimento trouxe mudanças significativas para a educação dos surdos. Uma dificuldade comum na aprendizagem da Libras para muitos alunos ouvintes é o alfabeto manual ou digital. Outros aspectos da Libras que se mostra muito difícil aos alunos ouvintes é o uso dos traços não manuais, que incluem expressões faciais, movimento com a cabeça e o olhar, o uso da ordem de sinais nas orações e principalmente dificuldade com orientação das palmas das mãos. Esse capitulo apresentou uma reflexão sobre as dificuldades comuns no ensino aprendizagem da libras para muitos alunos ouvintes.
Finalizando o livro, os autores dizem que o ensino da Libras envolve mais do que sinais. Portanto cabe ao professor propiciar aos alunos uma visão sobre os aspectos educacionais linguísticos da Libras, bem como sobre a cultura surda.
Este livro proporciona uma significativa discussão sobre vários aspectos do ensino e aprendizagem da Libras ao longo da história da educação de surdo. Além de apresentar uma abordagem clara sobre aspectos e características do ensino da Língua de sinais para a plena constituição da identidade surda, é um livro totalmente didático e dinâmico. Assim sendo, ele é ideal para alunos ouvintes e imprescindível para o curso de pedagogia que busca ferramentas certas para um enriquecido e consciente ensino e aprendizagem do surdo.

Josefa Zuleide, professora de educação infantil, graduanda na faculdade Vasco da Gama, Campus Cajazeiras 8, no curso de pedagogia. Salvador, 2015.



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sábado, 9 de janeiro de 2016

LER PARA O BEBÊ ESTIMULA O DESENVOLVIMENTO





Você deve se perguntar quais são os benefícios de ler para o seu bebê se ele não entende o que você está lendo.
sabe, quando o bebê nasce, o seu cérebro pode fazer muita coisa, mas ainda não está totalmente desenvolvido. portanto, quanto mais os sentidos são estimulados, mais rápido será o desenvolvimento do cérebro.
então, ler em voz alta para o seu bebê é uma atividade maravilhosa que você pode compartilhar com ele desde já e por mais muito tempo.
acredite, (experiência própria) quando o seu bebê fizer um ano ele já vai ter aprendido todos os sons necessários para o aprendizado da sua língua materna.
Quanto mais histórias você ler pra ele, quanto mais palavras ele ouve melhor vai ser o seu vocabulário e fala. Quanto mais a mamãe ou o papai lêem o bebê percebe suas emoções e sons expressivos, isso ajuda o seu desenvolvimento emocional e cognitivo. 
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