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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

HOMEM!


Desde os primórdios do seu aparecimento na terra o homem desenvolve uma relação constante e continua com a natureza e com os outros homens. É nesse sentido que ele desenvolveu a inteligência coletiva. O homem compreende, conhece, desenvolve cultura, ideias, cria objetos, satisfaz suas necessidades materiais, física e intelectual. Toma posse de tudo que o cerca é proprietário da sua historicidade.

O homem é uma sociedade em constante construção e reconstrução!

A grande valia do homem: Razão e noção!

O homem é a supremacia do racional!

O homem é coletividade, objetividade, subjetividade, adaptação!

Capacidade e potencialidade concebe genialidade ao homem!

A virtude do homem está na educação que o prepara para a vida, promove o caráter, desenvolve atividades intelectuais, cognitivas, divulga o conhecimento!

A coragem do homem está em ser diferente!

O compromisso do homem é fazer a diferença!

O homem em excelência visa alcançar o máximo do seu potencial em todas as áreas da sua vida!

A satisfação do homem está em saber fazer suas escolhas!

“O homem virtuoso reveste-se de atitudes benevolentes”!

Zuleide Freitas


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VIDA!

                                         
Vida é energia, plenitude, organismo vivo em atividade!
Força impactante em propulsão!
Vida é o tempo fazendo séculos numa sucessão de instantes!
É a união das moléculas, é a sintonia das células, é corpo, é êxtase!
É o vibrar das sensações!
É o fluir das artérias!
Vida é desejo, é contemplação!
É o prazer do momento!
É a conjugação dos verbos: tocar, sentir, ouvir, falar, buscar, amar...
Vida é construir o novo!
Vida é reconstruir o que já envelheceu!
VIDA É ESPERANÇA!!!!!



Zuleide Freitas
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terça-feira, 29 de setembro de 2015

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DO NÚMERO- "ALÉM DE PIAGET"


A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DO NÚMERO- “ALÉM DE PIAGET. IN. A COMPREENSÃO DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL PELA CRIANÇA.

                                                   RESUMO
A Ênfase desse trabalho tem como embasamento teórico a teoria de Piaget e de outros ilustres educadores. Além do olhar avaliador do PCN, apresenta situações de aprendizagem na educação matemática na construção e compreensão de número e sistema de numeração decimal pela criança apoiada no uso de atividades e objetos favorecedores na construção do conhecimento pela criança.
                                                       INTRODUÇÂO
A construção do número implica fundamentalmente nas experiências de relações que as crianças realizam dentro e fora do espaço escolar. A esse respeito PIAGET E SZEMINSKA (1981) afirmam que a experiência que a criança adquire em todos os campos de ações da sua favorece a construção do conceito de número em construção, devendo-se levar em conta os fatores que possibilitam essa ação.
Para PIAGET a criança é capaz de observar, contar, calcular, classificar e seriar. A partir dessas capacidades ela poderá desenvolver atitudes necessárias à construção do número. Porém para que a criança esteja realmente apta a realizar essas situações com autonomia é necessário que além de contar verbalmente ela tenha a noção de conservação que é, por exemplo: a noção de que “cinco objetos vão ser sempre cinco objetos” independente da forma ou distância em que estão dispostos.
O Parâmetro Circular Nacional (2008) para a educação infantil ressalta que a aprendizagem em matemática está ligada a compreensão do significado: aprender o significado de um objeto ou acontecimentos e alerta que o trabalho com noções matemáticas deve atender às necessidades da criança e estimula-la a construir conhecimento nos mais variados domínios do pensamento e o caminho favorecedor sucede através de ações lúdicas, e essas ações ocorrem por meios de jogos educativos, fontes de significados e geradores de satisfações.
Através dos jogos as crianças aprendem a lidar com símbolos e aprende a noção de semelhança, o significado.
Ensinar para a criança o conceito de construção de número é uma situação prazerosa, principalmente se o professor elaborar caminhos adequados e ações de fácil compreensão, ações que ocorrem através de atividades lúdicas , jogos como forma de abordar a matemática e a utilização de objetos como ferramenta indispensáveis que estimulam a criação de situações-problemas, a construção de estratégias próprias para o desenvolvimento da aprendizagem e podendo ser usado por qualquer professor independente da sua formação acadêmica
Segundo SADOVSKY (1991) a maior dificuldade para processo de aprendizagem no que diz respeito a construção do número consiste na compreensão do funcionamento do sistema de numeração decimal (SND), na sua escrita. A criança precisa entender que a escrita numérica se vale apenas de dez símbolos: o, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e que com esses símbolos é preciso representar qualquer quantidade.
O Sistema de Numeração Decimal é um recurso essencial da formação matemática escolar a partir das series iniciais. É fundamental que a criança compreenda a lógica do sistema e saiba que os números existem para registrar quantidades, para compara-las, para ordenar itens contados, para realizar as operações.
O SND traz em sua constituição regras próprias, o uso social e humano e o conhecimento gerado por tal uso, permite que a criança inicie seu aprendizado em conhecimento lógico-matemático desse sistema. Cabe ao professor acompanhar esse desenvolvimento e oferecer situações que possibilitem a criança desenvolver os conhecimentos e aspectos estruturados do SND, (AMBRÓSIO, 2004).
As regras do SND podem ser executadas e aprendidas em atividades de jogos e brincadeiras com materiais de contagens e que esses materiais sejam do tipo variados, os quais podem ser usados como fonte de ferramentas: Palitos de picolé (jogo do menos), tampinhas de garrafas (contagem, separando as cores) bolinhas de gude, calendário (trabalhar semana, dias, meses), relógio (trabalhar horas), bingo (para melhorar a interpretação dos números) e principalmente o ábaco.
Segundo GERHARDT ,(2007) o ábaco é um instrumento didático que serve para agrupar e reagrupar, ele pode ser indicado como recurso adequado para ensinar a criança a relacionar quantidade ao número. Trabalhar com o ábaco permite construir a noção real do numero inteiro, na passagem da unidade para a dezena, da dezena para a centena, da centena para a unidade de milhar e assim por diante. O ábaco pode ser usado também para executar a adição, a subtração, a multiplicação e a divisão, favorecendo assim a abstração e a compreensão do Sistema de numeração decimal.
                                             CONCLUSÃO
Em suma, o trabalho com matemática na educação tem sido baseado na concepção de que criança aprende matemática exercitando determinadas habilidades, porque o conhecimento matemático é construído internamente por ela. Ela aprende resolvendo situações problemas, enfrentando obstáculos cognitivos e utilizando os conhecimentos que sejam frutos da sua inserção familiar e social. Então, cabe ao professor de educação infantil estimular o aluno a pensar e refletir.

Fontes de estudos e pesquisas: Pesquisas Atuais Sobre a Construção do Conceito de Número: para além de Piaget.
ZULEIDE FREITAS





 

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QUESTIONÁRIO


MOVIMENTO AMBIENTALISTA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL. IN. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

                                                 
1- DE MANEIRA GERAL DESCREVA O QUE VOCÊ ENTENDE SOBRE OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS.
R- Os movimentos ambientalistas tentam proteger a natureza contra os abusos e as ações destruidoras do homem, contemplando esclarecer e despertar no “ser urbano” a compreensão enquanto há tempo que o ambiente por ser fonte de recursos da humanidade deveria ter sua exploração de forma mais planejada a fim de não esgotar o planeta para as gerações futuras.

2- SOBRE AS PRIMEIRAS ATUAÇÕES NO BRASIL. QUAIS AS DEMANDAS E AS FORMAS DE DENÚNCIAS?
R- As primeiras atuações do Brasil no que se refere aos movimentos ambientalistas eram constituídas com base nas demandas referentes à reprodução social e as condições de vidas e as formas de denúncias eram provenientes da indignação de grandes nomes brasileiros, entre eles, Jose de Bonifácio e Silva, que condenava a escravatura e a destruição ambiental, o abolicionista André Rebouças protestava contra o desmatamento e a degradação do solo, o monopólio da terra e o coronelismo.

3- SOBRE O TÓPICO, O AMBIENTALISMO NO SÉCULO XX, APRESENTE CONTEXTO HISTÓRICO E ANALISES DOS FATOS OCORRIDOS.
R- Ao final do século XIX e início do século XX, nos EUA um movimento representado por dois grupos politicamente rivais os preservacionistas e os conservacionistas começou a tomar impulso. Os preservacionistas buscavam proteger o meio ambienta dos avanços do progresso e da degradação por meios de instituições de áreas protegidas, já os conservacionistas, visavam  o manejo criterioso dos recursos naturais em proveito da sociedade como um todo. Uma falsa dicotomia entre o preservacionismo e o conservacionismo permanece até os dias de hoje, dentro de universidades e de órgãos públicos brasileiros ligados à área ambiental.

4- DE QUE MANEIRA ATUOU O AMBIENTALISMO APÓS A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL?
R- O Ambientalismo trouxe a tona questões relacionado aos excessivos impactos ambientais, dentre eles a própria questão nuclear. O ambientalismo lutou principalmente contra a ação destruidora do homem sobre o ambiente.

5- QUAIS AS ARMAÇÕES DECORRENTES DOS TESTES ATÔMICOS?
R- Ao final do ano de 1950 nos EUA vários cientistas manifestaram preocupação contra os testes nucleares, porém havia entre eles alguns que mantinham opiniões diferente afirmando que a radiação poderia ser benéfica a saúde. Os testes atômicos foram usados com claros propósitos políticos e provavelmente os testes nucleares subterrâneos estão acontecendo.

6- APONTE QUAIS OS DESASTRES AMBIENTAIS CAUSADOS PELA AÇÃO HUMANA.
R- Em 1948 um nevoeiro sulfuroso na Pensilvânia provocou a morte de 20 pessoas e deixou 43% da população doente, quatro anos mais tarde em Londres uma mistura de nevoeiro e gases poluentes matou 445 pessoas, na costa inglesa, o derramamento de petróleo pelo navio Torrey Canyon ao se chocar contra um recife causou grande dano biológico, entre muitos outros desastres.

7- QUAIS OS ALERTAS DO LIVRO PRIMAVERA SILENCIOSA?
R- O livro fez o primeiro alerta mundial sobre os efeitos nocivos  do uso  de agrotóxicos e questionou os rumos impensados entre o homem e a natureza.

8- O QUE APRESENTAVA OS ESTUDOS ANTROPOLÓGICOS A RESPEITO DOS VALORES E DO ESTILO DE VIDA DE POVOS TRADICIONAIS?
R- Os estudos antropológicos apresentavam a forma de viver e o relacionamento dessas comunidades. Vivência e relacionamento fundamentado na questão ambiental, na displicência de compromissos políticos e sociais. Priorizavam a natureza, viviam em harmonia e concordância, homem e natureza como um todo.

9- APRESENTE QUAL A ATUAÇÃO CONTESTADORA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS.
R- O crescimento desordenado das cidades, a exclusão social, o autoritarismo, a ameaça nuclear, os desastres ambientais em consequência da ação do homem.

10- COMO OCORRE À EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA DÉCADA DE 1960?
R- A educação ambiental ocorre por vezes como educação conservacionista través de aulas de ecologia ministradas por professores de diferentes disciplinas que ora privilegiava o estudo compartimentalizado dos recursos naturais, ora visavam despertar nos jovens o deslumbramento em relação a natureza, era uma educação contraditória.

11- QUAL A PREOCUPAÇÃO COM A PROTEÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL EM 1960?
R- A principal preocupação era com a proteção dos animais e a criação de parques nacionais e estaduais.

12- DE QUE MANEIRA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL SUSCITA DEBATES NO MUNDO?
R- Ressaltando a necessidade de promover a realização de mais pesquisas sobre ecossistemas, ecologia humana, poluição, recursos genéticos, criar um novo programa de pesquisas internacional sobre o ser humano e a biosfera, desenvolver novos enfoques para a educação ambiental.

ZULEIDE FREITAS






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RESENHA


                     PLANEJAMENTO ESCOLAR COMO ATO DE CIDADANIA

ARTIGO: Planejamento Escolar Participativo. O artigo encontra-se nas páginas da internet: www.infoescola.com>educação>pedagogia.

O presente estudo tem como tema a importância do planejamento escolar enquanto ato de cidadania para a realização de uma educação escolar democrática.

O Planejamento escolar está relacionado com o presente e principalmente com o futuro educativo, pois as decisões que são tomadas no processo de planejamento estão voltadas para o futuro. O planejamento escolar é o ponto de partida, nele são expressas as ações a serem realizadas em função da tomadas de decisões a respeito dos objetivos que se pretende alcançar.
 Segundo GONÇALVES (2003), além de elaborar planos e programas, o planejamento é um processo de reflexão sobre a prática educativa por gestores, professores quem tem o desafio de fazer com que alunos das series iniciais ao nível superior cheguem ao final do curso tendo desenvolvidos as competências previstas.
O Planejamento escolar como ato de cidadania, visa democratizar as decisões de ensino e aprendizagem, estabelecer as prioridades para os indivíduos envolvidos no processo e constituir-se em um processo participativo, na medida em que esse processo possibilite a definição da concepção de educação com a qual a escola deseja trabalhar, propiciando maior probabilidade no alcance de objetivos, desafios e metas estabelecido pela escola.
Em fim, o planejamento escolar é uma área bastante delicada, tendo em vista as características democráticas do processo como um todo. E necessário promover a igualdade construir saberes que culminem com a cidadania das pessoas e, acima de tudo que estejam integrados com a realidade da escola.

O texto está direcionado a área de educação, professores, alunos, comunidade e a quem interessar.

Josefa Zuleide Reis De Freitas, acadêmica da faculdade Vasco da Gama no curso de licenciatura em pedagogia.

                                                                                                                    




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ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO EDUCATIVO NA EJA

                    

                                                       RESUMO
O presente texto tem como finalidade discutir sobre a organização do espaço educativo na EJA. Discutir essa temática requer uma analise das questões teóricas e metodológicas relacionadas aos acontecimentos históricos, as decisões tomadas pelos os governantes do nosso país, às constantes mudanças nas determinações legais. Refletir o fato de que a EJA permaneceu no espaço do esquecimento por um longo período, uma vez que as ações de atendimento governamental eram espessas e desarticuladas.
                                                     EJA
As primeiras iniciativas com relação à educação básica de jovens e adultos se desenham a partir dos anos 30, quando a oferta de ensino público primário gratuito e obrigatório, se torna direito de todos embora com variadas interpretações nos estados e municípios. (PARECER CNE, 11/2000, p.49)
Segundo BARCELOS (2006) Hoje a Educação de Jovens e Adultos, é concedida como algo permanente e que transcende o espaço escolar. Não está mais em vigor o pensamento de que essa modalidade de educação é uma simples fase destinada ao preenchimento de lacunas na formação de pessoas. Essa mudança tem consequência no conceito e no exercício do trabalho do professor de jovens e adultos.
Nesse sentido, percebe-se que a EJA não objetiva simplesmente um preenchimento de vazios e lacunas. Visa a retomada da escolarização com formas alternativas de estudo que propiciem estrutura e confiança ao professor, oportunidade e desenvolvimento produtivo no aluno jovem quanto  no aluno adulto.
A LDB, 9.394/96 determina que o sistema assegurem oportunidades educacionais para jovens e adultos, mas não explicita sua obrigatoriedade, muito embora essa obrigatoriedade esteja presente no dispositivo do inciso I no artigo 04.
CONCLUSÃO
De qualquer modo, essas oportunidades devem suprir as necessidades educacionais do jovem e do adulto com defasagem escolar. É comum justificar a oferta de cursos da EJA como resgate de uma divida que a sociedade tem com uma parcela da população carente, jovem e adulto que por alguma razão não tem a escolaridade formal correspondente ao ensino fundamental ou médio. Os cursos da EJA devem ser organizados, com currículo apropriado considerando as dificuldades do aluno, seus interesses, condições de vida e trabalho, deve propiciar a compreensão de leitura da realidade, oferecer uma educação ampla vinculada ao mundo da escola, ao convívio social e ao trabalho.                                            
É correto afirmar que a EJA não é um presente, tal como antes a prática das políticas educacionais a viam. Desde a constituição de 1988 tornou-se um direito de todos que não tiveram acesso à escolaridade e de todos que tiveram acesso, mas não puderam completa-la. Em fim, a organização do espaço educacional da EJA deve priorizar a democratização como meta, no sentido de propiciar pleno atendimento da demanda em instituições de ensino, a oferta de educação profissional, garantir a permanência dos alunos até a ultima etapa, com adequada aprendizagem ao longo de todo o curso.

FONTE DE PESQUISA: portal.mec.gov.br/seb/artigopdf
www.bibliotecadigital.ufmig.br


JOSEFA ZULEIDE
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O CURRÍCULO COMO FERRAMENTA NA AÇÃO PEDAGÓGICA



O breve texto tem como temática o currículo como ferramenta na ação pedagógica que possibilita maior probabilidade no alcance de objetivos, e metas estabelecidas pela a escola.
A História do currículo é marcada por decisões básicas tomadas com o intuito de racionalizar de forma administrativa a gestão do currículo para adequá-lo as exigências sociais e culturais. Atualmente o currículo atua e proponhe uma escola diferente mais atuante mais libertária.
Segundo COSTA, Marisa Vorraber (2005), o conceito de currículo se amplia a partir da teoria pós-crítica, o que nos permite pensa-lo como ferramenta na ação pedagógica que se produz discursivamente, uma ação contínua, pois epistemologicamente é um saber progressivo e inacabado.
O currículo e a educação são concebidos como espaço diretamente afetado por relações de poderes e políticas culturais. O processo pelo qual o currículo elege os conteúdos das disciplinas escolares não pode de modo algum ser tomado como neutro, pois o conhecimento escolar vinculado pela seleção curricular historicamente tem se apresentado como fruto de uma seleção pedagógica da escola atuante.
É viável ressaltar que o currículo constitui-se elemento central do projeto pedagógico, ele viabiliza o processo de ensino aprendizagem e pode ser percebido como um território a ser contestado diariamente.
Desse modo, é imprescindível que a escola como um todo perceba as nuances presentes nas concepções do currículo e do pensamento pedagógico, podendo dessa maneira ter claro na sua práxis pedagógica e qual o currículo que almeja no processo de ensino e aprendizagem.

REFERÊNCIA: Revista de História (15), Julho, 2006. João Pessoa.


ZULEIDE FREITAS
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